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VALORES DA OPERAÇÃO

VALOR DO IMÓVEL
VALOR DO FINANCIAMENTO
VALOR DESPESAS FINANCIADAS
VALOR DO FGTS
AMORTIZAÇÃO
PRAZO

Etapa do Processo

Etapa de Pagamento ao Vendedor: A Conclusão Financeira da Compra do Imóvel

A etapa de Pagamento ao Vendedor é o momento em que o valor do financiamento, aprovado pelo banco, é transferido para o proprietário atual do imóvel. Essa fase marca a conclusão financeira da transação, garantindo que o vendedor receba o valor devido e que o comprador possa assumir a posse do imóvel de forma definitiva.

Como Funciona o Pagamento?

Após a assinatura do contrato ou escritura e o registro no Cartório de Registro de Imóveis, o banco realiza a liberação dos valores para o vendedor. Este processo segue as seguintes etapas principais:

  1. Validação do Registro:

    • Antes de liberar os valores, o banco exige a comprovação de que o contrato ou a escritura foi devidamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis. Isso é necessário para garantir que o imóvel já está no nome do comprador e que o banco tem a garantia jurídica do financiamento.
  2. Liberação dos Valores:

    • Com o registro confirmado, o banco transfere o valor do financiamento diretamente para a conta indicada pelo vendedor no contrato de financiamento.
    • Caso haja entrada paga pelo comprador, essa quantia já foi repassada previamente ao vendedor, e o valor liberado pelo banco cobre o saldo restante.
  3. Confirmação do Recebimento:

    • O vendedor confirma o recebimento do valor em sua conta bancária, encerrando assim sua participação no processo de compra e venda.

Prazos para o Pagamento

Os prazos podem variar conforme o banco e a região, mas geralmente seguem este fluxo:

  • Após a entrega da escritura/contrato registrado ao banco, o prazo para a liberação do pagamento ao vendedor pode levar de 3 a 15 dias úteis, dependendo da análise e dos procedimentos internos da instituição financeira.

Importância dessa Etapa

  1. Segurança para o Vendedor:

    • Garante que o vendedor receba o valor total da venda, de forma segura e direta, com a intermediação do banco.
  2. Cumprimento Legal:

    • Finaliza o processo conforme as normas jurídicas, evitando qualquer pendência ou risco de contestação.
  3. Conclusão do Negócio:

    • Marca o encerramento do processo de compra e venda, permitindo que o comprador tome posse do imóvel sem nenhum vínculo financeiro com o vendedor.

Cuidados a Serem Tomados

  • Validação dos Documentos:

    • Certifique-se de que todos os documentos, como o contrato ou a escritura, foram registrados corretamente antes de encaminhá-los ao banco.
  • Acompanhamento do Pagamento:

    • Tanto o comprador quanto o vendedor devem acompanhar o andamento do pagamento junto ao banco e verificar os prazos.
  • Regularização de Pendências:

    • Qualquer pendência no registro ou nos documentos pode atrasar a liberação dos valores.

Conclusão

A etapa de Pagamento ao Vendedor é a última fase do processo de compra e financiamento de um imóvel. Com ela, o vendedor recebe o valor acordado, e o comprador consolida sua posse sobre o imóvel. Esse é o ponto final de um processo que envolve planejamento, análise e uma série de etapas essenciais, culminando na realização do sonho da casa própria ou no sucesso da transação imobiliária!

Etapa do Processo

Etapa de Simulação: O Primeiro Passo para Realizar o Financiamento Imobiliário

A etapa de Simulação é onde tudo começa no processo de financiamento imobiliário. Nesse momento, são realizadas simulações financeiras em diferentes bancos para encontrar as melhores condições de crédito para o comprador. É também nessa etapa que ocorre uma pré-triagem dos documentos do cliente, preparando-o para seguir adiante no processo de aprovação do crédito.

O que acontece na etapa de Simulação?

  1. Simulações Financeiras: O comprador informa o valor do imóvel que deseja financiar, a sua renda mensal e o valor de entrada disponível. Com essas informações, as simulações são feitas em várias instituições financeiras, como Caixa Econômica, BRB, Itaú, Santander, Bradesco e Banco Inter. Cada banco oferece diferentes condições de juros, prazos e parcelas, e a escolha ideal dependerá do perfil do cliente e das suas necessidades.

  2. Comparação das Condições: Após as simulações, são comparados fatores como:

    • Taxa de juros.
    • Valor das parcelas.
    • Prazo total do financiamento.
    • Benefícios ou vantagens oferecidos pelo banco (ex.: programas habitacionais).

    O objetivo é encontrar a proposta mais vantajosa e acessível para o cliente, considerando tanto o orçamento quanto os critérios de aprovação do banco.

  3. Triagem da Documentação: Após escolher a melhor opção de financiamento, é feita uma pré-triagem dos documentos necessários para dar continuidade ao processo. Esses documentos incluem:

    • RG e CPF.
    • Comprovante de residência.
    • Certidão de estado civil.
    • Comprovante de renda (contracheques, declaração de imposto de renda, etc.).

    A triagem é essencial para identificar pendências e garantir que o cliente tenha tudo em ordem para a próxima etapa: a aprovação de crédito.

Por que a etapa de Simulação é importante?

A Simulação permite ao comprador visualizar de forma clara e realista como será o financiamento. Isso ajuda a tomar uma decisão informada, evitando surpresas durante o processo. Além disso, a triagem inicial garante que o cliente já esteja preparado para os próximos passos, agilizando a análise de crédito.

Benefícios de uma boa simulação

  1. Planejamento Financeiro: Com as informações obtidas na simulação, o cliente pode planejar suas finanças com mais segurança, ajustando suas expectativas ao que é possível dentro do seu orçamento.

  2. Melhor Escolha de Banco: Avaliar propostas de diferentes bancos permite aproveitar condições exclusivas e taxas mais competitivas, resultando em economia significativa no longo prazo.

  3. Agilidade no Processo: Com a triagem documental realizada na etapa de Simulação, as etapas seguintes, como aprovação de crédito e assinatura do contrato, podem ser concluídas de forma mais rápida e eficiente.

O próximo passo

Após a Simulação e triagem documental, o processo segue para a Aprovação do Crédito, onde o banco avalia a viabilidade do financiamento com base na análise de crédito do cliente.

A etapa de Simulação é, portanto, o ponto de partida que define a base para o financiamento imobiliário. Com simulações detalhadas e a documentação em ordem, o cliente tem mais chances de seguir com tranquilidade para realizar o sonho da casa própria.

Etapa do Processo

Etapa de Registro da Escritura/Contrato: A Oficialização da Propriedade do Imóvel

A etapa de Registro da Escritura ou Contrato é um dos últimos passos no processo de financiamento e compra de um imóvel. É aqui que o imóvel passa oficialmente para o nome do comprador, garantindo a legalidade e segurança jurídica da transação. Essa etapa é indispensável para que o comprador se torne, de fato, o proprietário do imóvel.

O que é o Registro?

O registro é o ato realizado no Cartório de Registro de Imóveis para formalizar a transferência da propriedade. Após a assinatura da escritura pública (nos casos de bancos públicos) ou do contrato particular com força de escritura pública (nos casos de bancos privados), o documento é levado ao cartório responsável para que seja registrado na matrícula do imóvel.

A matrícula é o “histórico” oficial do imóvel, onde constam todas as informações sobre ele, incluindo proprietários anteriores, financiamentos, restrições e penhoras, se houver.

O Processo de Registro

  1. Entrega da Escritura ou Contrato no Cartório de Registro de Imóveis:

    • O comprador (ou uma pessoa designada, como o correspondente bancário ou despachante) entrega o documento assinado no cartório responsável pela área onde o imóvel está localizado.
  2. Análise pelo Cartório:

    • O cartório realiza uma análise minuciosa do documento para verificar se está tudo em conformidade:
      • Dados corretos das partes envolvidas.
      • Dados do imóvel.
      • Ausência de dívidas ou restrições que possam impedir o registro.
  3. Pagamento de Taxas:

    • São cobradas as taxas de registro, que variam conforme o valor do imóvel e o estado. Entre elas:
      • Emolumentos do registro: Relativos ao serviço do cartório.
      • ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis): Pago à prefeitura no momento da compra.
  4. Efetivação do Registro:

    • Após a aprovação e pagamento das taxas, o registro é efetivado, e o imóvel passa a constar no nome do comprador na matrícula.

Diferença entre Escritura Pública e Contrato Particular

  • Bancos Públicos (Caixa, BRB):
    • A escritura pública assinada no Cartório de Notas é registrada no Cartório de Registro de Imóveis.
  • Bancos Privados (Itaú, Santander, Bradesco, Inter e outros):
    • O contrato particular com força de escritura pública é diretamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis, sem a necessidade de passar pelo Cartório de Notas.

Por que o Registro é Importante?

  1. Propriedade Legal:

    • Apenas com o registro, o imóvel passa oficialmente a ser do comprador. Antes disso, mesmo com a escritura ou contrato assinado, a propriedade ainda não é transferida.
  2. Segurança Jurídica:

    • Garante que o comprador seja reconhecido como o legítimo proprietário, protegendo contra eventuais disputas ou fraudes.
  3. Conformidade Legal:

    • O registro é exigido para que o imóvel esteja em situação regular perante os órgãos públicos.

Prazos e Cuidados

  • O prazo para efetivar o registro pode variar de alguns dias a semanas, dependendo do cartório e da complexidade do processo.
  • É importante verificar se todas as taxas foram pagas corretamente e acompanhar o andamento junto ao cartório.

Conclusão

A etapa de Registro da Escritura ou Contrato é a que oficializa a propriedade do imóvel, encerrando o processo de compra e financiamento. Com o registro, o comprador garante a segurança jurídica e a posse legal do bem, podendo usufruir de todos os direitos e responsabilidades que acompanham a propriedade. É um momento de realização e o último passo para a concretização do sonho da casa própria!

Etapa do Processo

Etapa de Assinatura da Escritura: Oficializando o Sonho da Casa Própria

A etapa de Assinatura da Escritura é um momento decisivo no processo de financiamento imobiliário. É aqui que todos os detalhes da negociação ganham validade jurídica e a compra do imóvel se torna oficial. Esse passo marca o início da transição de propriedade e reforça o compromisso entre comprador, vendedor e banco.

Tipos de Assinatura: Dependendo do Banco Envolvido

  1. Financiamentos com Bancos Públicos (Caixa Econômica, BRB):

    • Para financiamentos realizados com bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o BRB, a assinatura é feita no Cartório de Notas.
    • Nesse caso, é elaborada uma escritura pública de compra e venda com financiamento. Esse documento é formalizado no cartório e possui força jurídica para o registro posterior no Cartório de Registro de Imóveis.
    • Após a assinatura no cartório, a escritura segue para registro no Cartório de Registro de Imóveis, oficializando a transferência da propriedade.
  2. Financiamentos com Bancos Privados (Itaú, Santander, Bradesco, Inter e outros):

    • No caso de bancos privados, como Itaú, Santander, Bradesco, Inter e outros, não há necessidade de assinar a escritura em um cartório de notas.
    • Em vez disso, é elaborado um contrato particular com força de escritura pública, que já possui validade jurídica suficiente para registro no Cartório de Registro de Imóveis.
    • Esse tipo de contrato é assinado diretamente entre as partes envolvidas — comprador, vendedor e banco — sem a necessidade de comparecimento ao Cartório de Notas.

O que acontece nessa etapa?

  1. Agendamento:

    • Para financiamentos com bancos públicos, é agendada a assinatura no Cartório de Notas.
    • Para bancos privados, a assinatura do contrato particular é realizada diretamente, geralmente no próprio banco ou local acordado pelas partes.
  2. Revisão Final:

    • Antes da assinatura, é feita uma revisão do documento para garantir que todos os dados estejam corretos:
      • Informações pessoais das partes.
      • Detalhes do imóvel.
      • Valores envolvidos e condições do financiamento.
  3. Pagamento de Taxas:

    • No caso de assinaturas em cartório, são pagos:
      • Taxas de escritura no Cartório de Notas.
      • Taxas bancárias relacionadas ao financiamento.
    • Já no caso de contratos particulares, as taxas estão, geralmente, incluídas no processo bancário.

Importância da Assinatura

  1. Validade Jurídica:

    • Seja uma escritura pública ou um contrato particular, a assinatura formaliza a transação e protege os direitos de todas as partes envolvidas.
  2. Avanço no Processo:

    • Após a assinatura, o documento segue para o Cartório de Registro de Imóveis, onde a propriedade será registrada no nome do comprador.
  3. Segurança Jurídica:

    • A formalização garante que todos os detalhes da negociação foram acordados e estão juridicamente protegidos.

Orientações para os Clientes

  • Para bancos públicos, comparecer ao cartório no dia e horário agendados, com os documentos solicitados.
  • Para bancos privados, certificar-se de que todos os termos do contrato particular estão claros antes da assinatura.
  • Verificar com antecedência as formas de pagamento das taxas obrigatórias.

Conclusão

A etapa de Assinatura da Escritura ou do Contrato Particular com Força de Escritura é um marco importante no processo de financiamento imobiliário. Seja em um cartório de notas ou diretamente com o banco, ela garante que todas as partes estejam juridicamente protegidas e prepara o terreno para o registro no Cartório de Registro de Imóveis. Cada tipo de financiamento tem seu processo específico, mas ambos culminam no mesmo objetivo: a oficialização da compra e a conquista do imóvel dos sonhos.

Etapa do Processo

Etapa de Emissão da Escritura, Minuta e Contrato: Formalizando o Financiamento Imobiliário

A etapa de Emissão da Escritura ou Minuta da Escritura/Contrato é um dos momentos mais importantes no processo de financiamento imobiliário. É nessa fase que toda a negociação é formalizada de maneira oficial, garantindo a segurança jurídica tanto para o comprador quanto para o banco. Esse documento será essencial para transferir a propriedade do imóvel e assegurar que as condições do financiamento estejam devidamente registradas.

O que acontece nessa etapa?

  1. Preparação da Minuta:

    • A minuta é o rascunho inicial do contrato ou da escritura, onde constam todas as informações relacionadas ao financiamento e à transação do imóvel.
    • Nesse documento, são especificados:
      • Os dados do comprador e vendedor.
      • As características do imóvel.
      • As condições de pagamento.
      • As garantias e cláusulas previstas no financiamento.
  2. Revisão da Minuta:

    • Após a elaboração, a minuta é enviada para todas as partes envolvidas, incluindo o banco, o comprador, o vendedor e, em alguns casos, os advogados ou despachantes que acompanham o processo.
    • A revisão é essencial para garantir que todas as informações estejam corretas e que os interesses de ambas as partes estejam devidamente resguardados.
  3. Emissão da Escritura ou Contrato:

    • Após a aprovação da minuta, é feita a emissão oficial da escritura ou do contrato de financiamento.
    • Caso o pagamento seja à vista, é emitida a escritura pública de compra e venda.
    • Em casos de financiamento, o contrato de financiamento é emitido e assinado pelas partes.
  4. Reconhecimento do Banco:

    • No caso de financiamentos, o contrato ou a escritura emitida é reconhecido pelo banco como oficial, vinculando o imóvel como garantia do empréstimo.

Por que essa etapa é importante?

  1. Formalização Legal:

    • A emissão da escritura ou contrato oficializa a negociação, conferindo validade jurídica ao financiamento e à transferência do imóvel.
  2. Segurança Jurídica:

    • Essa formalização protege o comprador, o vendedor e o banco, garantindo que todos os direitos e deveres estejam descritos de forma clara e reconhecida por lei.
  3. Pré-requisito para Registro:

    • A escritura ou contrato é um documento indispensável para o registro do imóvel em cartório, etapa final para consolidar a transferência de propriedade.

O que acontece após essa etapa?

Com a emissão e assinatura do contrato ou escritura, o próximo passo é o registro em cartório, onde o imóvel será transferido oficialmente para o nome do comprador. Após o registro, o processo segue para a entrega das chaves e a liberação final do financiamento.

Conclusão

A etapa de Emissão da Escritura ou Contrato é fundamental no processo de financiamento imobiliário, pois transforma todo o acordo em um documento oficial e juridicamente válido. É um passo que exige atenção aos detalhes, mas garante que a negociação seja concluída com transparência e segurança para todas as partes envolvidas.

Etapa do Processo

Etapa de Análise Jurídica: Garantindo a Segurança do Processo de Financiamento

A etapa de Análise Jurídica é uma das fases mais importantes no processo de financiamento imobiliário. Nesse momento, o banco realiza uma verificação detalhada da documentação apresentada, tanto do imóvel quanto do comprador e vendedor, garantindo a regularidade e segurança jurídica da transação. É uma etapa essencial para evitar problemas futuros e assegurar que o financiamento seja realizado de forma legal e transparente.

O que é analisado na etapa de Análise Jurídica?

  1. Documentação do Imóvel: O banco verifica se o imóvel está regularizado, ou seja, sem pendências ou impedimentos legais que possam inviabilizar o financiamento. Entre os documentos analisados estão:

    • Matrícula atualizada do imóvel.
    • Certidão negativa de ônus reais (que comprova que o imóvel não possui dívidas ou restrições).
    • Planta do imóvel, caso aplicável.
    • Declaração de quitação de débitos de IPTU, condomínio, entre outros.
  2. Documentação do Comprador e Vendedor: Tanto o comprador quanto o vendedor passam por uma análise documental que inclui:

    • RG, CPF e certidões de estado civil.
    • Certidões negativas de débitos e ações judiciais.
    • Comprovantes de regularidade fiscal e financeira.
  3. Contrato de Compra e Venda: O contrato assinado entre as partes é revisado minuciosamente para verificar se está em conformidade com as exigências legais e as políticas do banco.

  4. Garantias Legais: O banco assegura que o imóvel pode ser oferecido como garantia no financiamento, conferindo todos os detalhes para evitar qualquer irregularidade que comprometa a transação.

Por que a Análise Jurídica é importante?

  1. Segurança para as Partes Envolvidas: A análise jurídica protege tanto o comprador quanto o banco, garantindo que a negociação seja feita com base em um imóvel regularizado e sem pendências legais.

  2. Evita Problemas Fututos: Ao verificar toda a documentação com rigor, é possível evitar problemas como fraudes, imóveis com disputas judiciais ou dívidas ocultas.

  3. Conformidade Legal: A etapa garante que todas as partes estejam em conformidade com as exigências da lei, resguardando os direitos do comprador e da instituição financeira.

O que acontece após a aprovação na Análise Jurídica?

Com a análise jurídica concluída e aprovada, o processo segue para a próxima etapa: Assinatura do Contrato. Nessa fase, o financiamento é formalizado e, posteriormente, o contrato segue para registro em cartório, oficializando a transação.

Conclusão

A etapa de Análise Jurídica é um marco crucial no financiamento imobiliário, assegurando que tudo esteja em conformidade antes de seguir para as etapas finais do processo. Apesar de ser uma etapa que exige paciência, é imprescindível para garantir uma compra segura e sem complicações, proporcionando tranquilidade ao comprador e proteção ao banco.

Etapa do Processo

Montagem de Dossiê: Organização e Preparação para a Análise Jurídica

A Montagem de Dossiê é uma das etapas mais importantes no processo de financiamento imobiliário. Esse momento é dedicado à organização e separação de todos os documentos necessários para que o banco realize a análise jurídica do financiamento. Essa análise é essencial para validar a legalidade e a conformidade de todos os aspectos envolvidos na transação.

O que é a montagem de dossiê?

A montagem de dossiê consiste em reunir e revisar cuidadosamente toda a documentação exigida pelo banco, tanto do comprador quanto do imóvel. O objetivo é garantir que os documentos estão completos, atualizados e em conformidade com as normas estabelecidas pela instituição financeira. Um dossiê bem estruturado facilita a aprovação na análise jurídica e evita atrasos no processo.

Quais documentos compõem o dossiê?

Os documentos geralmente incluem, mas não estão limitados a:

  1. Documentos do Comprador:

    • RG e CPF.
    • Comprovante de residência.
    • Certidão de estado civil (casamento, divórcio ou nascimento).
    • Comprovante de renda (contracheques, declaração do imposto de renda, etc.).
    • Declarações de ausência de restrições financeiras, como certidões negativas de débito.
  2. Documentos do Imóvel:

    • Matrícula atualizada do imóvel.
    • Certidão negativa de ônus reais.
    • Declaração de inexistência de débitos com o condomínio, se aplicável.
    • Planta do imóvel, se exigida pelo banco.
    • Certidão de regularidade junto aos órgãos municipais.
  3. Documentos do Vendedor:

    • RG e CPF (ou CNPJ, se for uma empresa).
    • Certidões negativas de débitos.
    • Comprovante de regularidade fiscal.

O que acontece na montagem de dossiê?

  1. Separação e Organização: Todos os documentos são separados, categorizados e revisados. É fundamental garantir que as informações estejam corretas e atualizadas.

  2. Revisão Minuciosa: A equipe responsável pelo financiamento verifica se os documentos atendem aos requisitos do banco, identificando possíveis pendências ou inconsistências.

  3. Envio para o Banco: Após a revisão, o dossiê completo é enviado para o setor jurídico do banco, que dará continuidade ao processo com a análise de toda a documentação.

Por que a montagem de dossiê é tão importante?

Uma montagem de dossiê bem feita é crucial para evitar problemas na etapa seguinte, que é a análise jurídica do banco. Qualquer documento faltante ou incorreto pode atrasar o processo e, em casos extremos, comprometer a aprovação do financiamento.

Dicas para uma montagem de dossiê eficiente:

  1. Antecipe-se: Comece a reunir os documentos o mais cedo possível, para evitar correria e garantir que tudo esteja em ordem.
  2. Revise cuidadosamente: Verifique cada documento antes de enviá-lo ao banco, garantindo que não há informações desatualizadas ou erros.
  3. Conte com um especialista: Um consultor imobiliário ou correspondente bancário pode ajudar a organizar o dossiê e a identificar possíveis problemas antes do envio.

O próximo passo

Após a montagem do dossiê, o banco realiza a análise jurídica, verificando a regularidade do imóvel, do comprador e do vendedor. Com essa etapa concluída, o processo segue para a fase de assinatura do contrato.

A Montagem de Dossiê é, portanto, uma etapa fundamental que exige atenção e organização. Quando realizada de maneira eficiente, ela contribui para um processo de financiamento mais ágil e tranquilo, garantindo que todas as partes estejam preparadas para as próximas fases.

Etapa do Processo

Vistoria do Imóvel: Garantindo Segurança e Qualidade no Financiamento Imobiliário

A Vistoria do Imóvel é uma etapa essencial no processo de financiamento imobiliário, sendo realizada após a aprovação do crédito e antes da assinatura do contrato final. Esse momento é crucial para assegurar que o imóvel está em condições adequadas, respeitando os critérios estabelecidos pelo banco e atendendo às expectativas do comprador.

O que acontece na vistoria do imóvel?

  1. Avaliação Física do Imóvel: Um engenheiro ou arquiteto credenciado pelo banco realiza uma inspeção detalhada da estrutura do imóvel. Durante essa inspeção, são avaliados itens como:

    • Estrutura física: paredes, pisos, telhados e fundações.
    • Instalações elétricas e hidráulicas.
    • Presença de infiltrações, rachaduras ou outros problemas estruturais.
  2. Verificação da Documentação: A vistoria também considera a situação legal do imóvel. É verificado se a propriedade está devidamente registrada e se não há impedimentos, como pendências judiciais ou administrativas.

  3. Determinação do Valor de Mercado: Com base na análise física e na localização do imóvel, o banco estabelece o valor de mercado. Esse valor é utilizado como referência para definir o limite do financiamento.

  4. Conformidade com as Normas do Banco: A vistoria garante que o imóvel atende aos critérios exigidos pela instituição financeira. Por exemplo, alguns bancos só financiam imóveis que possuam escritura definitiva ou que estejam regularizados junto aos órgãos públicos.

Por que a vistoria é tão importante?

A Vistoria do Imóvel protege tanto o comprador quanto o banco. Para o comprador, ela oferece segurança de que o imóvel está em boas condições e que o valor financiado condiz com o mercado. Para o banco, é uma forma de garantir que o investimento é sólido e possui valor suficiente para ser utilizado como garantia do financiamento.

Etapa do Processo

Aprovação do Crédito: O Passo Decisivo no Financiamento Imobiliário

A etapa de Aprovação do Crédito é uma das fases mais importantes no processo de financiamento imobiliário. É nesse momento que o banco realiza uma análise detalhada das condições financeiras do comprador para determinar se ele possui capacidade de arcar com o compromisso financeiro do empréstimo.

O que acontece na etapa de análise de crédito?

  1. Avaliação da Renda: O banco verifica os comprovantes de renda do comprador para calcular a sua capacidade de pagamento. Normalmente, o valor da parcela mensal do financiamento não pode exceder 30% da renda bruta familiar.

  2. Consulta aos Registros de Crédito: São feitas consultas aos órgãos de proteção ao crédito, como SPC, Serasa ou SCR (Sistema de Informações de Crédito), para identificar possíveis restrições financeiras, como inadimplências ou histórico de dívidas.

  3. Análise do Perfil Financeiro: É analisado o comportamento financeiro do comprador, incluindo o histórico de pagamentos e a relação entre renda e despesas. Esse processo ajuda o banco a calcular o risco de inadimplência.

  4. Verificação de Documentos: Os documentos pessoais, como RG, CPF, comprovantes de renda, declaração de imposto de renda, entre outros, são analisados para verificar a autenticidade e garantir que o comprador esteja em conformidade com os requisitos legais.

  5. Determinação do Limite de Crédito: Com base na análise, o banco determina o valor máximo que poderá ser financiado. Esse limite varia de acordo com a renda do comprador, a entrada disponibilizada e as condições do financiamento.

Por que essa etapa é crucial?

A Aprovação do Crédito é um momento decisivo, pois é quando o comprador obtém a confirmação de que está apto a seguir com o financiamento. É nessa fase que ele descobre:

  • O valor exato que será financiado.
  • As condições e prazos que o banco oferece.
  • As taxas de juros aplicáveis ao contrato.

Dicas para aumentar as chances de aprovação

  1. Mantenha um bom histórico de crédito: Pague suas contas em dia e evite endividamentos desnecessários antes de iniciar o processo e durante o processo de financiamento.
  2. Organize os documentos necessários: Certifique-se de que todos os documentos estejam atualizados e em conformidade com as exigências do banco.
  3. Seja realista ao calcular o valor do financiamento: Escolha um imóvel que esteja dentro das suas possibilidades financeiras.

A Aprovação do Crédito é o ponto em que o sonho da casa própria se torna mais real. Ao passar por essa etapa com sucesso, o comprador está a poucos passos de conquistar o tão desejado imóvel!

Dúvida?

O que é o e-Notariado?

O e-Notariado é uma plataforma digital desenvolvida pelo Colégio Notarial do Brasil (CNB), que permite a realização de atos notariais de forma 100% eletrônica, com validade jurídica e segurança, em conformidade com a legislação brasileira. Ele foi criado para modernizar e facilitar o acesso aos serviços dos cartórios de notas, permitindo que os cidadãos realizem atos como escrituras, procurações, e reconhecimento de firmas, sem a necessidade de deslocamento físico até o cartório.

A plataforma utiliza tecnologias avançadas para garantir a autenticidade e a integridade dos documentos e atos realizados, como o uso de certificados digitais e videoconferências supervisionadas por tabeliães.

Como funciona o e-Notariado?

O e-Notariado opera de forma totalmente online e segura, seguindo as seguintes etapas:

  1. Certificação digital:

    • O e-Notariado utiliza o Certificado Digital Notarizado (gratuito e emitido pelo próprio cartório) para identificar e autenticar as partes envolvidas no ato.
    • Caso o cidadão já possua outro certificado digital, ele também pode ser utilizado.
  2. Agendamento e solicitação:

    • O cidadão pode acessar o portal e-Notariado e solicitar o serviço desejado, como uma escritura ou procuração.
    • É possível agendar um horário para realizar o ato por meio de videoconferência.
  3. Videoconferência com o tabelião:

    • O tabelião realiza uma videoconferência com as partes envolvidas para confirmar a identidade e a vontade dos participantes, garantindo que o ato seja realizado com plena segurança e validade jurídica.
  4. Assinatura digital:

    • Após a confirmação, as partes assinam o documento digitalmente, utilizando o certificado emitido pelo e-Notariado ou outro certificado digital válido.
  5. Registro e emissão:

    • O ato é registrado eletronicamente no cartório, e o documento final é emitido em formato digital, com validade jurídica equivalente ao documento físico.

Serviços disponíveis no e-Notariado

A plataforma permite a realização de diversos atos notariais, como:

  • Escrituras públicas (compra e venda, doação, entre outros).
  • Procurações públicas.
  • Testamentos públicos.
  • Reconhecimento de firmas eletrônicas.
  • Declarações e autenticações de documentos digitais.

Vantagens do e-Notariado

  • Facilidade e conveniência: Permite realizar atos notariais de qualquer lugar, sem a necessidade de deslocamento ao cartório.
  • Validade jurídica: Todos os atos realizados possuem a mesma validade dos realizados presencialmente.
  • Segurança: Utiliza tecnologia de ponta, como certificados digitais e videoconferências supervisionadas, para garantir a integridade dos documentos.
  • Sustentabilidade: Reduz o uso de papel e facilita o armazenamento digital de documentos.

Conclusão

O e-Notariado é uma inovação que torna os serviços notariais mais acessíveis, rápidos e eficientes, promovendo a digitalização dos cartórios e garantindo segurança jurídica em atos realizados no ambiente virtual. É uma ferramenta fundamental para quem busca agilidade e praticidade na realização de escrituras, procurações e outros serviços notariais.

Dúvida?

O que é a inscrição do IPTU de um imóvel?

A inscrição do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um número único atribuído pela prefeitura ao imóvel para identificá-lo no cadastro municipal. Esse número funciona como uma espécie de “RG” do imóvel no sistema tributário, permitindo à administração pública controlar o lançamento e a cobrança do imposto.

Cada imóvel localizado em área urbana possui sua inscrição de IPTU, que está vinculada às informações básicas da propriedade, como endereço, tamanho do terreno, área construída e uso (residencial, comercial ou misto).

Onde encontrar a inscrição do IPTU?

A inscrição do IPTU pode ser encontrada em documentos relacionados ao imposto, como:

  • Carnê ou boleto de pagamento do IPTU: Geralmente, o número da inscrição está destacado no cabeçalho ou em uma área específica do documento.
  • Certidão de cadastro imobiliário: Documento fornecido pela prefeitura que também contém a inscrição e demais informações cadastrais do imóvel.

Para que serve a inscrição do IPTU?

A inscrição do IPTU tem várias finalidades, incluindo:

  1. Cobrança do imposto: É utilizada para calcular e emitir o boleto de pagamento do IPTU com base nas características e localização do imóvel.
  2. Consulta de informações: Permite acessar dados cadastrais, como histórico de pagamentos e possíveis pendências relacionadas ao imóvel.
  3. Transferência de propriedade: Durante a compra e venda, é necessário verificar se há débitos de IPTU e regularizar o cadastro junto à prefeitura.
  4. Regularização imobiliária: Em caso de alterações na propriedade, como construções ou mudanças de uso, o número da inscrição é necessário para atualizar o cadastro.

Importância da inscrição do IPTU

Ter o número de inscrição do IPTU é essencial para manter o imóvel regularizado perante a prefeitura e evitar problemas, como cobranças indevidas ou restrições em transações imobiliárias. Além disso, ele é indispensável para consultar a situação fiscal do imóvel, garantindo que não existam débitos ou pendências antes de realizar qualquer negociação.

Dúvida?

O que é a matrícula de um imóvel?

A matrícula de um imóvel é um documento oficial emitido pelo Cartório de Registro de Imóveis, que funciona como a “certidão de nascimento” do imóvel. Ela contém o histórico completo da propriedade, desde sua criação até as informações mais recentes, como transferências de propriedade, alterações ou eventuais ônus vinculados ao bem.

Cada imóvel possui uma matrícula única, que o identifica e reúne todos os dados necessários para comprovar sua situação jurídica e documental.

O que consta na matrícula do imóvel?

A matrícula de um imóvel inclui informações detalhadas como:

  1. Identificação do imóvel: Descrição completa do bem, como localização, dimensões, área total e características.

  2. Proprietários atuais e anteriores: Registro de todas as transações e transferências de propriedade realizadas ao longo do tempo.

  3. Ônus reais: Indica se o imóvel possui restrições ou dívidas associadas, como hipotecas, penhoras ou garantias de financiamentos.

  4. Ações judiciais: Registro de possíveis disputas legais que envolvam o imóvel.

  5. Histórico de alterações: Modificações feitas no imóvel, como desmembramentos, incorporações ou alterações na destinação.

O que é a certidão de ônus reais?

A certidão de ônus reais, extraída da matrícula do imóvel, é um documento que informa se o imóvel está livre de pendências ou se há algum ônus, como financiamentos, penhoras ou outras restrições que possam afetar a negociação ou transferência de propriedade. Essa certidão é fundamental para garantir segurança jurídica em transações imobiliárias, evitando surpresas futuras.

Importância da matrícula de um imóvel

A matrícula do imóvel é indispensável para:

  • Compra e venda: Certifica a legalidade da propriedade e sua aptidão para ser transferida.
  • Financiamentos: Exigida por instituições financeiras para comprovar que o imóvel não possui pendências ou restrições.
  • Regularização: Essencial para verificar se o imóvel está devidamente registrado e em conformidade com a legislação.

Antes de adquirir um imóvel, é imprescindível solicitar a matrícula atualizada e a certidão de ônus reais para garantir a segurança da transação e evitar problemas futuros.

Dúvida?

O que é o tipo do imóvel no financiamento imobiliário?

O tipo do imóvel no financiamento imobiliário é uma classificação que descreve as características específicas do imóvel que será financiado. Essa definição é fundamental porque influencia diretamente as condições de financiamento, como taxa de juros, prazo, valor máximo financiado e as regras aplicáveis ao contrato.

Dúvida?

O que é o tipo de negócio em financiamentos imobiliários?

O tipo de negócio em financiamentos imobiliários refere-se à classificação dos diferentes produtos e serviços oferecidos para atender às necessidades específicas de quem busca adquirir, construir ou financiar um imóvel. Essa categorização facilita a escolha da melhor solução de acordo com o perfil do cliente e o objetivo do financiamento.

Entre os principais tipos de negócios em financiamento imobiliário, destacam-se:

  • Financiamento: O financiamento tradicional de imóveis, permitindo o pagamento em parcelas e tornando possível a aquisição de imóveis residenciais ou comerciais.

 

O tipo de negócio escolhido é fundamental para personalizar o financiamento, garantindo que ele esteja alinhado às condições e prioridades do cliente, seja na aquisição de um imóvel pronto, na construção ou na busca por condições financeiras mais acessíveis.

Dúvida?

O prazo de um financiamento imobiliário

O prazo de um financiamento imobiliário é o período estabelecido em contrato para que o comprador quite o valor financiado, incluindo o principal (valor do imóvel) e os juros aplicados. Esse prazo pode variar de acordo com o banco, o perfil do comprador e as condições do financiamento, geralmente indo de 5 a 35 anos.

Como o prazo é definido?

O prazo do financiamento é determinado com base em vários fatores, como:

  1. Capacidade de pagamento: A análise de renda do comprador é essencial para calcular a parcela máxima que pode ser comprometida mensalmente (geralmente limitada a 30% da renda).

  2. Idade do comprador: A soma da idade do comprador com o prazo do financiamento não pode ultrapassar o limite estabelecido pelo banco, que costuma ser de 80 anos.

  3. Valor financiado: Quanto maior o valor financiado, mais longo pode ser o prazo necessário para tornar as parcelas acessíveis.

  4. Políticas da instituição financeira: Cada banco tem suas próprias regras quanto ao prazo máximo permitido.

Impactos do prazo no financiamento

  • Prazo mais longo:

    • Resulta em parcelas menores, o que facilita o pagamento mensal.
    • No entanto, aumenta o custo total do financiamento, devido ao pagamento de juros por um período maior.
  • Prazo mais curto:

    • Eleva o valor das parcelas mensais.
    • Reduz o custo total, já que a dívida é quitada mais rapidamente e os juros acumulados são menores.

Planejamento e escolha do prazo ideal

A escolha do prazo deve ser feita com cuidado, considerando tanto a renda disponível quanto o impacto financeiro a longo prazo. Optar por um prazo mais longo pode oferecer segurança nas finanças mensais, mas é importante evitar comprometer-se além do necessário, caso exista a possibilidade de antecipar a quitação.

Amortização antecipada

É possível reduzir o prazo ou o valor das parcelas por meio da amortização antecipada utilizando recursos extras, como economias ou saldo do FGTS. Essa prática ajuda a diminuir os custos totais do financiamento e pode ser uma boa estratégia ao longo do contrato.

Compreender o impacto do prazo no financiamento e planejar-se adequadamente é fundamental para equilibrar a aquisição do imóvel com a saúde financeira do comprador.

Dúvida?

O que é a amortização do financiamento imobiliário?

A amortização em um financiamento imobiliário é o processo de pagamento gradativo do saldo devedor, feito por meio das parcelas mensais. Cada parcela é composta por:

  1. Amortização: Parte do pagamento que reduz o valor principal da dívida.
  2. Juros: Valor pago pela utilização do crédito fornecido pela instituição financeira.

A amortização é essencial para quitar a dívida ao longo do tempo e está diretamente ligada ao modelo de financiamento escolhido.

Sistemas de amortização

Existem diferentes sistemas de amortização no financiamento imobiliário. Os mais comuns são:

  1. SAC (Sistema de Amortização Constante):

    • A amortização do saldo devedor é fixa, enquanto os juros diminuem com o tempo.
    • As parcelas são mais altas no início e reduzem ao longo do contrato.
    • Indicado para quem busca parcelas decrescentes e maior economia de juros.
  2. Tabela Price:

    • As parcelas têm valor fixo, mas a composição entre amortização e juros varia.
    • No início, os juros representam a maior parte da parcela, e a amortização aumenta ao longo do tempo.
    • É mais previsível, mas pode gerar um custo total maior devido aos juros acumulados.
  3. Amortização IPCA:

    • Nesse sistema, o saldo devedor é atualizado periodicamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação.
    • As parcelas podem ser fixas ou variar conforme o contrato, mas o saldo devedor pode aumentar ou diminuir dependendo da inflação.
    • É vantajoso em períodos de baixa inflação, mas pode trazer instabilidade em cenários de alta inflação, aumentando o custo total do financiamento.

Como escolher o sistema de amortização?

A escolha do sistema de amortização deve considerar o perfil financeiro e as prioridades do comprador. O SAC é ideal para quem pode arcar com parcelas iniciais mais altas e busca economizar nos juros totais. Já a Tabela Price pode ser uma boa opção para quem prefere parcelas fixas, mas aceita pagar mais juros ao longo do contrato. A amortização IPCA é atrativa quando a inflação está baixa, mas exige cuidado com possíveis oscilações do índice.

Dúvida?

O que é o Valor Total Financiado em um financiamento imobiliário?

O Valor Total Financiado em um financiamento imobiliário corresponde à soma do valor do imóvel que será financiado pela instituição financeira com os custos adicionais financiados, como despesas de registro, taxas cartorárias e o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Essa composição permite que o comprador não apenas adquira o imóvel, mas também facilite o pagamento de despesas obrigatórias associadas ao processo, evitando a necessidade de grandes desembolsos iniciais. O Valor Total Financiado é determinado após a análise de crédito do comprador e as condições do banco, considerando a cota máxima de financiamento permitida.

Componentes do Valor Total Financiado

  1. Valor do Imóvel: Corresponde à parte do preço do imóvel que será financiada, após o pagamento da entrada pelo comprador.

  2. Despesas Financiadas: Incluem:

    • Registro do contrato no cartório de imóveis.
    • ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis).
    • Taxas administrativas do banco ou avaliação do imóvel.

Por que o Valor Total Financiado é importante?

Ter a opção de financiar tanto o imóvel quanto as despesas facilita o acesso à casa própria para muitos compradores, principalmente aqueles que têm recursos limitados para o pagamento inicial. Contudo, é importante observar que, ao incluir despesas no financiamento, o valor total aumenta, impactando diretamente as parcelas e os juros ao longo do contrato.

Planejamento e análise

Antes de optar pelo Valor Total Financiado, é essencial avaliar o impacto nas prestações e nos custos finais do financiamento. Esse valor deve ser claramente discriminado no contrato, permitindo que o comprador tenha uma visão completa dos valores financiados e dos custos totais ao longo do prazo de pagamento.

Dúvida?

Valor financiado para despesas com registro de financiamento imobiliário

Ao adquirir um imóvel financiado, além do valor necessário para o imóvel em si, o comprador deve se atentar às despesas com o registro do financiamento imobiliário. Essas despesas incluem taxas obrigatórias relacionadas à formalização do financiamento, como o registro do contrato no cartório de imóveis e o pagamento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), entre outras.

Algumas instituições financeiras permitem que esses custos sejam incluídos no montante financiado, ajudando o comprador a reduzir o desembolso inicial. Esse valor, conhecido como financiamento para despesas de registro, pode cobrir parte ou a totalidade desses gastos, dependendo das políticas do banco e do programa de crédito habitacional.

Entre os principais custos que podem ser financiados estão:

  1. Registro do contrato de financiamento no cartório: Obrigatório para garantir a validade jurídica do financiamento e a vinculação do imóvel como garantia.

  2. ITBI: Tributo municipal que deve ser pago para transferir a propriedade do imóvel.

  3. Taxas administrativas: Custos relacionados à avaliação do imóvel e à formalização do contrato.

Vantagens de financiar essas despesas

Optar por financiar as despesas de registro pode ser vantajoso para quem deseja reduzir o impacto financeiro inicial da compra do imóvel. Porém, é importante lembrar que esses valores serão acrescidos ao saldo devedor do financiamento, gerando encargos adicionais devido aos juros ao longo do contrato.

Dúvida?

O que é a cota de entrada em um financiamento habitacional?

A cota de entrada em um financiamento habitacional é a parte do valor total do imóvel que deve ser paga pelo comprador utilizando recursos próprios ou de outras fontes de financiamento não vinculadas ao contrato principal. Essa entrada é essencial porque representa o montante que não será financiado pela instituição financeira, sendo uma exigência comum em praticamente todos os tipos de financiamento imobiliário.

A cota de entrada é geralmente expressa como uma percentagem do valor do imóvel e está diretamente ligada à cota de financiamento oferecida pelo banco. Por exemplo, se o banco financia até 80% do valor do imóvel, o comprador deverá arcar com os 20% restantes como entrada.

Como a cota de entrada é definida?

A cota de entrada pode variar de acordo com diversos fatores, incluindo:

  1. Política da Instituição Financeira: Cada banco ou instituição tem critérios próprios para definir o percentual mínimo de entrada.

  2. Tipo de Imóvel: Imóveis novos, usados ou na planta podem ter exigências diferentes quanto à cota de entrada.

  3. Perfil do Comprador: A renda, o histórico de crédito e a capacidade de pagamento do comprador podem influenciar a exigência do percentual da entrada.

  4. Programa Habitacional: Em programas como o Minha Casa Minha Vida (atual Casa Verde e Amarela), a cota de entrada pode ser reduzida em função de subsídios governamentais, especialmente para famílias de baixa renda.

  5. Valor de Avaliação do Imóvel: O percentual da entrada é calculado sobre o menor valor entre o preço do imóvel negociado e o valor de avaliação definido pela instituição financeira.

Planejamento para a cota de entrada

A cota de entrada é um dos principais desafios financeiros para quem deseja adquirir um imóvel. Por isso, é essencial realizar um planejamento antecipado, levando em conta:

  • Economias e Reservas: Poupar antecipadamente pode garantir o valor necessário sem recorrer a empréstimos adicionais.
  • FGTS: O saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço pode ser utilizado como parte ou totalidade da entrada, em condições específicas.
  • Fontes Adicionais de Recursos: Em alguns casos, o comprador pode complementar a entrada com recursos de familiares ou outras formas de crédito.

Importância da cota de entrada

A cota de entrada impacta diretamente o custo total do financiamento. Quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado, reduzindo os juros e o custo total do imóvel ao longo do contrato. Além disso, demonstrar capacidade de pagamento da entrada pode facilitar a aprovação do financiamento e reforçar a confiança da instituição financeira no processo.

Por isso, compreender e planejar a cota de entrada é um passo crucial para tornar o sonho da casa própria uma realidade de forma segura e financeiramente viável.

Dúvida?

O que é a cota de um financiamento habitacional?

A cota de um financiamento habitacional refere-se à parcela do valor total de um imóvel que pode ser financiada por um banco ou instituição financeira. Essa cota é geralmente representada como uma porcentagem do preço do imóvel, definida de acordo com as políticas da instituição financeira e os regulamentos do programa de crédito habitacional em questão.

Por exemplo, se uma instituição oferece uma cota de financiamento de 80%, isso significa que o banco pode financiar até 80% do valor do imóvel, enquanto o comprador deverá pagar os 20% restantes como entrada, utilizando recursos próprios ou de outras fontes.

A cota é influenciada por vários fatores, como:

  1. Perfil do Comprador: A análise de crédito, renda e capacidade de pagamento do comprador podem determinar a porcentagem máxima financiável.

  2. Tipo de Imóvel: Imóveis novos, usados ou em construção podem ter cotas de financiamento diferentes, dependendo das políticas do banco e das condições do imóvel.

  3. Programa de Financiamento: Em programas governamentais como o Minha Casa Minha Vida (atual Casa Verde e Amarela), as cotas podem variar conforme a faixa de renda do comprador e o subsídio aplicado.

  4. Valor de Avaliação: A cota é geralmente calculada sobre o menor valor entre o preço do imóvel e o valor de avaliação definido pelo banco.

Importância da cota no planejamento financeiro

A cota de financiamento impacta diretamente o valor da entrada que o comprador precisa desembolsar. Quanto menor a cota, maior será o valor necessário para a entrada, o que exige planejamento financeiro prévio. Por outro lado, uma cota alta pode reduzir a necessidade de recursos próprios, mas aumenta o valor total financiado e, consequentemente, os juros pagos ao longo do contrato.

Compreender como a cota funciona é essencial para quem busca adquirir um imóvel financiado, pois permite planejar melhor o orçamento e evitar surpresas durante o processo de aquisição.

Dúvida?

Essa é a etapa atual do seu processo de financiamento na Lealcred.

Interveniente Quitante

O que é interveniente quitante no financiamento imobiliário?

Entenda o Papel do Interveniente Quitante na Venda de Imóveis Financiados.

O interveniente quitante é uma figura que assume a responsabilidade de pagar o saldo restante de um financiamento, permitindo que o comprador receba o imóvel sem pendências.

Este recurso é muito utilizado na compra de imóveis e veículos que não foram quitados, ou quando o comprador quer financiar um imóvel que já foi usado em outro financiamento.

Para que o interveniente quitante funcione, o comprador deve:

  1. Enviar uma ficha preenchida com os seus dados básicos para a nova empresa;
  2. Solicitar informações sobre o saldo devedor;
  3. Assinar um novo contrato de financiamento ou empréstimo com garantia com o banco para onde quer mudar.


A decisão de usar um interveniente quitante pode ser benéfica, mas é importante analisar cuidadosamente os prós e contras antes de prosseguir.

O financiamento imobiliário é uma forma de aquisição de um imóvel por meio de um empréstimo bancário. Nesses casos, o imóvel fica alienado ao banco até a quitação do financiamento.

Em alguns casos, o proprietário de um imóvel financiado pode querer vender o imóvel antes de quitar o financiamento. E são nesses momentos em que você pode recorrer ao interveniente quitante.

O Que é Interveniente Quitante? 

Interveniente quitante é um termo que se refere a um participante da operação de compra e venda que recebe parte dos valores da venda do imóvel para liquidar a dívida do financiamento do vendedor.

Quando alguém financia um imóvel, o Banco usa o próprio imóvel como garantia da operação. Isso significa que a pessoa só se torna dona do imóvel quando paga totalmente o financiamento. Enquanto paga, ela pode morar no local e até decidir vendê-lo.

Se a pessoa quiser vender antes de quitar o financiamento obtido na compra do mesmo imóvel, entra em cena o interveniente quitante.

Ou seja, o Banco recebe o valor para quitação do financiamento contratado para a compra do imóvel.

Como funciona o Interveniente quitante?

O processo de interveniente quitante é realizado por meio de uma escritura pública. A escritura deve conter as seguintes informações:

– Nomes e dados pessoais do vendedor, do comprador e do interveniente quitante;

– Dados do imóvel financiado;

– Valor do financiamento;

– Condições do financiamento (taxa de juros, prazo de pagamento, etc.).

Após a assinatura da escritura, o interveniente quitante realiza o pagamento do saldo devedor do financiamento ao banco. Em seguida, o banco libera o imóvel para o comprador.

Vantagens do interveniente quitante

O interveniente quitante é uma solução que oferece vantagens para todas as partes envolvidas na transação:

– Para o vendedor, o interveniente quitante é uma forma de vender o imóvel sem ter que quitar o financiamento.

– Para o comprador, o interveniente quitante é uma forma de adquirir um imóvel com condições de financiamento mais vantajosas.

– Para o banco, o interveniente quitante é uma forma de recuperar o crédito concedido ao financiamento.

Qual a diferença de Interveniente quitante e Portabilidade de Crédito? 

Portabilidade de crédito é quando você transfere seu empréstimo de uma instituição financeira para outra, mantendo o imóvel e saldo devedor, trocando o credor. Não envolve a venda do imóvel, apenas a mudança da dívida entre instituições financeiras.

Já o interveniente quitante acontece quando alguém compra um imóvel financiado e paga o a dívida atual do vendedor usando um novo financiamento de outra instituição.

Compreender o papel do interveniente quitante torna-se fundamental para todos os envolvidos em transações imobiliárias financiadas, proporcionando clareza e segurança nesse complexo processo.

Regras do FGTS

FGTS e pagamento do financiamento habitacional

Saiba como usar o FGTS para comprar imóveis ou construir.

REGRAS DO FGTS:

   •   Propriedade de Imóvel:
Não possuir imóvel residencial em Brasília ou nas regiões limítrofes. Caso possua um imóvel quitado em outro estado, o FGTS pode ser utilizado, desde que não haja financiamento ativo em qualquer parte do país ( o imóvel do outro estado precisa estar quitado ),

   •   Residência:
Apresentar comprovante de residência atual em Brasília, comprovando moradia na cidade por pelo menos um ano. Se a mudança para Brasília for devido a transferência de trabalho, é necessário apresentar um documento do departamento pessoal confirmando a transferência,

   •   Tempo de Contribuição ao FGTS:
Ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, consecutivos ou não. Caso não atenda a esse tempo mínimo, é possível utilizar até 10% do valor do financiamento com recursos do FGTS,

   •   Finalidade do Imóvel:
O FGTS é exclusivo para a aquisição de imóveis residenciais urbanos. Não pode ser utilizado para a compra de lotes ou imóveis comerciais.

Condições

Para o comprador

É preciso ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em empresas diferentes.

  1. Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País.
  2. Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de imóvel residencial urbano ou de parte residencial de imóvel misto, concluído ou em construção, localizado no município de sua atual residência, ou onde exerce a sua ocupação laboral principal, incluindo os municípios limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana.

Para o imóvel

  1. Valor da avaliação deve ser de até R$1.500.000,00 para todos os estados brasileiros, no caso de uso do saldo do FGTS na entrada da contratação.
  2. No caso de uso de créditos futuros do FGTS o valor de avaliação é limitado de acordo com o enquadramento da operação.
  3. Ser de propriedade do proponente o terreno objeto da construção do imóvel, no caso de construção sem aquisição de terreno.
  4. Ser residencial urbano.
  5. Destinar-se à moradia do titular.
  6. Apresentar, na data de avaliação final, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção.
  7. Estar matriculado no RI competente e sem registro de gravame que resulte em impedimento à sua comercialização.
  8. Não ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior, há menos de 03 anos, contados a partir da data do efetivo registro na matrícula do imóvel, por exemplo, se imóvel adquirido foi registrado na matricula em 30.11.2009, somente poderá ocorrer nova utilização a partir de 01.12.2012.

Você não pode usar o FGTS para

  1. Imóvel comercial;
  2. Imóvel rural;
  3. Reformar ou aumentar seu imóvel;
  4. Comprar terrenos sem construção ao mesmo tempo;
  5. Comprar material de construção;
  6. Imóveis residenciais para familiares, dependentes ou outras pessoas.
  • O uso do FGTS em um financiamento imobiliário

    O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é uma importante ferramenta para quem deseja adquirir um imóvel financiado. Ele pode ser utilizado em várias etapas do processo, desde a entrada até a quitação do saldo devedor, tornando o financiamento mais acessível para os trabalhadores.

    Formas de utilizar o FGTS no financiamento imobiliário

    1. Entrada: O FGTS pode ser usado para compor ou pagar integralmente a entrada do financiamento.
    2. Amortização ou liquidação da dívida: Permite reduzir o saldo devedor do financiamento ou quitar a dívida antecipadamente.
    3. Pagamento de parte das parcelas: O saldo do FGTS pode ser usado para pagar até 80% do valor das prestações por um período de até 12 meses, renovável.

    Regras para usar o FGTS no financiamento

    Para utilizar o FGTS em um financiamento imobiliário, é necessário cumprir algumas condições estabelecidas por lei:

    Regras relacionadas ao trabalhador:

    • Ter pelo menos 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, consecutivos ou não.
    • Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em qualquer parte do território nacional.
    • Não ser proprietário de outro imóvel residencial na mesma cidade onde pretende comprar o novo imóvel.

    Regras relacionadas ao imóvel:

    • O imóvel deve ser residencial e urbano, destinado à moradia do comprador.
    • Estar localizado na mesma cidade onde o comprador reside ou trabalha.
    • Ter valor máximo de R$ 1,5 milhão, conforme as regras do SFH (valor pode variar por região e ano).
    • O imóvel não pode ter sido comprado com FGTS nos últimos 3 anos.

    Documentação necessária

    Para utilizar o FGTS, o comprador deve apresentar à instituição financeira:

    • Extrato atualizado da conta do FGTS.
    • Documento de identificação.
    • Declaração de imposto de renda, comprovando que não possui outro imóvel residencial na mesma cidade.
    • Comprovantes de residência e trabalho.

    Vantagens do uso do FGTS

    • Redução do custo inicial: Permite diminuir ou zerar o valor da entrada.
    • Economia com juros: Ao amortizar o saldo devedor, reduz o valor financiado e, consequentemente, os juros.
    • Facilidade no pagamento das parcelas: O uso para abater parte das prestações pode aliviar o orçamento mensal.

    Planejamento financeiro

    Utilizar o FGTS pode ser uma excelente estratégia para facilitar a compra do imóvel, mas é importante avaliar como ele será aplicado no contexto do financiamento. Consultar a instituição financeira e analisar as condições específicas do contrato são passos fundamentais para aproveitar ao máximo esse recurso.

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VALORES DA OPERAÇÃO

VALOR DO IMÓVEL
VALOR DO FINANCIAMENTO
VALOR DESPESAS FINANCIADAS
VALOR DO FGTS
AMORTIZAÇÃO
PRAZO

PROPONENTES

Composição de Renda?
Tipo de Vendedor
Vai haver e-notariado?
Corretores
Observações sobre o Vendedor

PROPOSTA

Banco Principal
Bancos Solicitados
Produto
Relacionamento
Observações sobre o Banco

VALORES DA OPERAÇÃO

VALOR DO IMÓVEL
VALOR DO FINANCIAMENTO
VALOR DESPESAS FINANCIADAS
VALOR DO FGTS
AMORTIZAÇÃO
PRAZO

PROPOSTA

ANALISTA
Indicação

PROPOSTA

Fase do negócio
↘ ANDAMENTO DA ETAPA ◀
Nome
CPF
Tipo de Produto
Indicação
Pessoa responsável

Teste